Blog do Mol


FATOS QUE COMPROVAM UM ELENCO FRACO

Atenção Amigos do Esporte,

So mesmo uma derrota pro Ipatinga e a venda do Kleber para fazerem com que eu saia da toca.

A derrota para o Ipatinga não aconteceria caso o árbitro não tivesse inventado uma expulsão e consequentemente um penalti. Acredito até mesmo em um empate, já que a equipe não estava bem com aquela formação.

Esse jogo serviu para mostrar o quanto o elenco celeste está fraco com relação ao do ano passado que tinha Ramires e Vagner. Sei que o Vagner não é unanimidade (eu mesmo o acho fraco), mas ele tinha mais regularidade, coisa que o Gilberto não tem hoje. Já o Ramires não precisa nem falar a falta que faz.

Sem falar que os outros times se reforçaram. As equipes estão mais fortes. Vi um jogo do Estudiantes num dos Torneios de Verão da Argentina e comprovei que o atual campeão da Libertadores ainda continua forte. Vemos os times brasileiros se reforçarem com contratações de nivel de seleção. Já o Cruzeiro...

O jogo de ontem provou outra coisa: O Henrique é o meio campo do Cruzeiro. Sem ele esse setor fica completamente perdido e vulnerável. Ele é um ponto importante de equilibrio para a equipe.

Já a venda do Kléber seria cômico, não fosse trágico. Além das deficiências do elenco o Cruzeiro perde sua referência de raça, vontade e luta. O Kleber além de ser um grande jogador era um termômetro na equipe. Seu comportamento em campo contagiava os jogadores e isso se perdeu.

A matemática do Cruzeiro está negativa. Não que Ernesto Farias seja um péssimo jogador, mas uma equipe que vislumbra a conquista de uma Taça Libertadores precisa sempre somar e não subtrair.

Um abraço,

Sergio Mol



 Escrito por Por Sergio Mol às 13h16 [] [envie esta mensagem] []






FIM DO JEJUM? SÓ DO BLOG

Atenção Amigos do Esporte,

Após um jejum onde muita coisa aconteceu (até o Fluminense e o Botafogo ganharam) volto ao blog para dar pitacos nas rodadas q restam. E que volta. Logo no maior clássico de Minas Gerais. Para muitos um clássico morno, mas vi o clássico como um jogo estratégico e arriscado de ambos os lados.

Risco assumido pelos técnicos. De um lado Celso Roth que colocou o time para o ataque e de outro Adilson Batista que fechou o que pôde para assegurar a vitória. O técnico alvinegro não teve escolha, pois estava perdendo. Agora o técnico celeste arriscou ao entrar com Eli Carlos no lugar de Gilberto que saiu no intervalo contundido. Porque não Leandro Lima? Esse sim entrou, só que no lugar de Thiago Ribeiro. Resultado: equipe sem criação que tomou sufoco até o fim.

Fatores extra campo contribuiram para uma disputa antes mesmo do apito incial. Primeiro foi a briga pelo túnel o que achei completamente ridículo da parte alvinegra reclamar um túnel que nunca foi e nunca será dele. Há de se lembrar que na escolha dos túneis na inauguração do estádio o torcedor representando o Atlético-MG ganhou do torcedor do Cruzeiro e teve a preferência da escolha. Escolheu o túnel que fica a esquerda das cabines de rádio e tv simplesmente para deixar o adversário ao sol. O Cruzeiro ficou com o túnel da direita que coincidentemente fica atrás do auxiliar.

Processo de escolha justo que mostrou que os alvinegros ainda tiveram uma opção e não pegaram. Nunca desde a inauguração do estádio tivemos troca de túneis. Acordo é acordo. E palavra só poucos têm. E para piorar a situação do Atlético a derrota veio junto com alfinetadas por parte do presidente celeste, Zeze Perrela. Agora aguenta.

Um abraço,

 

Sergio Mol



 Escrito por Por Sergio Mol às 10h49 [] [envie esta mensagem] []






A TORCIDA CONQUISTA E DESPREZA

Atenção Amigos do Esporte,

A polêmica não pára. De um lado um dos melhores jogadores do elenco. De outro a maior torcida organizada do clube. Uma briga de gigantes, mas quem tem razão?

O jogador Kleber desde quando vestiu pela primeira vez a camisa celeste vem dando indiretas na imprensa quanto ao seu "amor" pelo Palmeiras. Na mesma proporção vimos a insatisfação discreta de torcedores em blogs ou em bate papo no botequin.

Acredito que tudo isso culminou pela negligência de algumas pessoas. Começando pela diretoria que na primeira declaração de amor do jogador deveria ter o chamado no canto e dito que o clube q ele defende é outro e o que ele estava fazendo era no mínimo antiético. Seria o mesmo que trabalhar na Pepsi e dizer em alto bom som que só toma Coca-Cola. Como não aconteceu esse "freio", o jogador se sentiu no direito de ir fazendo declarações aqui e ali que irritassem alguns torcedores.

Concordo na parte que ele faltou com respeito. Entretanto, temos que pesar tudo. Colocar tudo na balança e ponderarmos toda a situação. O jogador jogou machucado e todos sabiam. O jogador não foi a sua lua de mel para jogar e todos sabiam. O jogador imitou galinha frente ao rival e todos sabiam. Ele, dentro de campo sempre honrou as cores do Cruzeiro e disso ninguém tinha dúvida.

Numa teoria não impossível pode-se pensar que ele jogando mal poderia querer intimamente que o Cruzeiro não fosse para a Libertadores do ano que vem para ele assim estar com a desculpa perfeita para ir para o Palmeiras. Contudo, ele tratou de uma contusão e em sua volta após o episódio da "pelada" com torcedores do Palmeiras, ele é indiscriminadamente vaiado. Na altura do jogo em que a vaia começou só prova que caso o time tivesse vencido elas não existiriam. O interessante é que o jogador lutou, brigou e apanhou e o time só não saiu vencedor pelos erros absurdos de arbitragem. E não por corpo mole de qualquer jogador.

As vezes a falta de inteligência que prevalece na maioria dos jogadores de futebol contamina parte da torcida. Torcida essa que deveria em peso ter apoiado o time, mas que certos momentos só escutávamos a adversária. A postura agora do torcedor do Cruzeiro teria de ser de total apoio aos jogadores, inclusive ao Kleber para que a ele seja devolvida a vontade de lutar pelo azul celeste e quem sabe assim conquistar uma vaga no G4.

Um abraço,

 

Sergio Mol



 Escrito por Por Sergio Mol às 15h51 [] [envie esta mensagem] []






INJUSTIÇA FEITA E QUEM PAGA A CONTA?

Atenção Amigos do Esporte,

Parece que a coisa não consegue engrenar para o Cruzeiro. Quando o Técnico comete loucuras, o time perde por elas. Quando faz tudo como deve ser o Árbitro que no caso do jogo contra o Palmeiras esse tal de Roman garfa absurdamente. Pelo menos, não duvidosos foram 3 penalidades máximas. Sem contar faltas invertidas. Ele segurou o time celeste no primeiro tempo amarelando e deixando o Palmeiras solto. Só expulsou um alviverde porque não tinha nem como não fazê-lo.

Revoltante. Como um time consegue reabilitar com uma arbitragem criminosa dessas. Joga o trabalho de 10 longos dias no lixo. Sem o menor problema de consciência. Fato é que como escreveu Wilson Trópia: "A crise é de caráter".

Houve dois lados em um episódio no mineirão. De um lado o "traidor" Kleber. De outro um torcida organizada. O time perdendo. E a torcida no geral o vaia. No momento em que o apoio seria o melhor, já que jogavam bem e buscavam o gol.

A vaias simplesmente mostraram aos jogadores que nem mesmo o torcedor acreditava neles. Em uma noite que até o goleiro Fábio falhou. Na falta de Diego Souza estava mal colocado e assim também a barreira. No segundo gol não chegou a ser uma falha individual, mas como já vimos o goleiro sair nos pés de atacantes percebemos que saiu mal do gol dando ao atacante Wagner Love todo um canto para dribá-lo e marcar.

Entretanto, falhas como essas acontecem e até se pode perder uma partida por elas, contudo a derrota foi no apito. O lobby de Muricy Ramalho junto com a imprensa paulista ainda é forte no futebol. Lamentávelmente.

Um abraço,

 

Sergio Mol



 Escrito por Por Sergio Mol às 00h21 [] [envie esta mensagem] []






BATISTADA QUE DEU CERTO

Atenção Amigos do Esporte,

Que Domingo!!! Quanta emoção!!! Entretanto o dia foi dos azarões. Començando pela vitória de Barrichello. Em seguida a eliminação de Rafael Nadal no US Open. Realmente esse dia 13 estava estranho. Completando este bizarro Domingo, Palmeiras perde para o Vitória, Cruzeiro vence o Internacional no Beira Rio e o Grêmio ganhou fora também do Náutico.

O jogo mais importante da rodada devido a história que o cerca sem dúvida foi o de Porto Alegre. Um grande jogo. Inúmeras alternativas, mas posso dizer sem muito esforço que o Internacional pelo elenco que tem não jogou para ganhar. Ficou facilmente envolvido pelo time mineiro que continua sendo escalado de forma defensiva e com jogadores "titulares" no banco por opção do treinador. E não é só porque ganhou que devemos dizer que foi tudo mil maravilhas que não foi.

Em um determinado momento o grande Professor Pardal sacou Soares machucado e colocou Guerron. Não. Ele não colocou o Guerron. Colocou o lateral direito Patrick ocupando o espaço do Eli Carlos que foi para o meio. Proporcionando um esquema 3-6-1, já que o zagueiro Cláudio Caçapa já havia entrado para compor a defesa com Leonardo Silva e Gil. Realmente só o técnico celeste entende.

Que a sorte continue ajudando. E Deus também.

Um abraço,

 

Sergio Mol

 



 Escrito por Por Sergio Mol às 22h14 [] [envie esta mensagem] []






FREGUÊS NEM SEMPRE TEM RAZÃO

Atenção Amigos do Esporte,

É chover no molhado comentar sobre os jogos do Cruzeiro ultimamente. Após resultados assombrosos contra Botafogo e Vitória o time azul perde em casa para o São Paulo de virada. Apesar de uma escalação medrosa e incoerente a equipe até não jogava mal, porém a verdade da escalação veio à tona no segundo tempo.

A torcida do Cruzeiro não pode aceitar que um Thiago Ribeiro (REFUGO DO SÃO PAULO) vista a camisa azul. Ele não é ruim. Ele é péssimo. E como entender esse PROTEGIDO do Adílson em campo e o Guerron no banco. Não dá para entender. Como entender que o Bernardo só entre em fria. Como entender que contra o Vitória ele coloca 4 zagueiros em campo e tem que improvisar na posição no jogo de hoje. O Adílson é um treinador sem condições de treinar uma equipe com o elenco limitado, já que ele é limitado.

Sem falar na falha do goleiro Fábio no primeiro gol do São Paulo e de pelo menos um pênalti não marcado a favor da Raposa. A coisa quando é para dar errado vai dar. E como explicar um público de quase 28.000 no Mineirão. Da forma que vem jogando foram quase 28.000 corajosos, pois o time não merece apoio neste momento. O que a torcida tem que mostrar é sua insatisfação e não "passar a mão " na cabeça de jogadores com salários absurdos.

Olá Sulamericana!!!(E olhe lá!) Adeus Libertadores!!!

Um abraço,

 

Sergio Mol



 Escrito por Por Sergio Mol às 18h18 [] [envie esta mensagem] []






BATISTADA DE NOVO?

Atenção Amigos do Esporte,

Pensei que já havia visto muita coisa no futebol, mas enganei. O Adílson Batista, treineiro do Cruzeiro conseguiu surpreender a todos quando em um determinado momento da partida contra o Vitória-BA promoveu a entrada de um quarto zagueiro no jogo. O mais cômico foi que o time baiano fez seu primeiro gol quando os 4 já estavam em campo. Foram quatro zagueiros e três volantes para um clube como o Cruzeiro é VERGONHOSO! Será que o Adílson pirou ou está mandando um recado para diretoria contratar? Nínguém sabe. O que se sabe é que após o péssimo resultado contra o Botafogo e hoje contra o rubro negro baiano (ambos fora de casa, mas péssimas equipes) o Cruzeiro pode ir bem devagar se despedindo de qualquer possibilidade de entrar no G-4.

Quem diria que o finalista da Libertadores poderia dar um sorrisinho amarelo com a vaga na Sulamericana. Lamentável. Entende-se que houve muitos desfalques. Ainda nesses jogos o time estava mudado, porém jogou contra adversários fracos. Como entender Thiago Ribeiro titular e Guerron no banco? Como entender 3 zagueiros e ainda por cima Thiago Heleno sendo um deles? Reforço para o time celeste na próxima partida já que o zagueiro foi expulso.

Destaque positivo para Fabrício e Henrique: dois gigantes no meio do campo. Destaque negativo: Professor Pardal ou simplesmente Adilson Batista.

Um abraço,

 

Sergio Mol

 



 Escrito por Por Sergio Mol às 20h55 [] [envie esta mensagem] []






VENCER E CONVENCER.

Atenção Amigos do Esporte,

Começo o espaço de hoje para parabenizar o jogador Fabrício tão criticado por mim em outras ocasiões hoje contra o Náutico mostrou o futebol que o torcedor quer ver. Contra o Flamengo o volante ainda não havia feito uma grande partida, mas contra o Timbu foi bem diferente. Jogou sério procurando não rifar a bola ou com tentativas bizonhas de chutes a gol de longa distância. Quando chutou teve certeza do que estava fazendo e fez, um golaço.

Parece também que apesar de ter demorado, o técnico celeste conseguiu ver a deficiência técnica de Thiago Heleno. No esquema habitual 4-4-2 o Cruzeiro foi superior e sobrou em campo. Até Jancarlos jogou bem dentro de suas limitações. Entretanto o destaque altamente positivo foi Henrique. Como o garoto está jogando bola.

O time azul hoje mostrou conjunto e força. Algo que estava esquecido desde o fatídico jogo da final da Libertadores. Raça, vontade e aplicação puderam ser vistas hoje no maior de Minas. Parece que depois de dois bons resultados o time engrenou rumo à alguma coisa no campeonato e não somente figuração intermediária.

Apesar da falta de ritimo Guerron estreiou bem e pôde mostrar ao torcedor que vontade e habilidade não faltarão.

Um abraço,

 

Sergio Mol

 



 Escrito por Por Sergio Mol às 21h42 [] [envie esta mensagem] []






TEM GENTE QUE NÃO APRENDE

Atenção Amigos do Esporte,

A análise de hoje terá de ser feita de forma diferente. Muito pelo que foi o jogo entre Flamengo e Cruzeiro.

1º Tempo

Para quem disse em 4-3-3 durante a semana acabou surpreendendo com um esquema 3-5-2 de cara. Não avisaram o Adílson que jogar com 3 zagueiros no Brasil não dá certo. Aliás, a diferença do Cruzeiro antes e depois está nas laterais. O time vem jogando ora com a direita titular e a esquerda reserva ora sem as duas, já que lateral esquerdo titular no Cruzeiro foi o meia Magrão. Sem Jonathan machucado o óbvio seria a escalação do limitado Jancarlos até mesmo porque se manteria o esquema mais usado (4-4-2).

Não se entende também a escalação de Thiago Heleno e Fabrício. Ambos estão em uma péssima fase. O segundo ainda consegue fazer demagogia com a torcida para que tenha algum apoio, mas o problema celeste está mesmo é no banco. Parece que Adílson Batista está tendo algum surto por ver tantos vendidos e lesionados que não consegue dar um padrão ao time com desfalques. Um time verdadeiramente campeão tem um elenco e não apenas 11 jogadores.

2º Tempo

O técnico celeste viu o erro cometido com a escalação, apesar que só se comete esse erro por falta de memória, pois esse ano quando usou o 3-5-2 a equipe não jogou bem. Como citei anteriormente melhor com o Jancarlos que sem ele. Não deu outra. No esquema 4-4-2 o Cruzeiro se impos e mostrou sua força apesar de ainda errar muito e estar sem criação no meio. Com as deficiências do Flamengo o Cruzeiro chegou à merecida virada.

Apesar do gol continuo achando que o Fabricio merece um chá de banco para rever suas atuações.

Daí pergunto: Porque se fez necessário o sofrimento do torcedor celeste no primeiro tempo com aquela escalação?

Um abraço,

 

Sergio Mol

 



 Escrito por Por Sergio Mol às 23h22 [] [envie esta mensagem] []






JOGO DURO E PEGADO. CONCLUSÃO: 0 X 0

Atenção Amigos do Esporte,

Grande jogo no Mineirão, apesar de não ter sido uma exibição de muita técnica por ambas as equipes o torcedor pôde ver uma demonstração de raça e vontade. Jogo muito truncado e pegado. Faltaram gols, muito pela incompetência da armação e ataque dos times.

Dois jogadores chamaram a atenção negativamente no Cruzeiro: Thiago Heleno e Fabrício. O zagueiro não dá nenhuma segurança ao setor. É muito pesado e não sobe com o ataque adversário em bolas altas. Já o Fabrício se resume a duas jogadas: a primeira acertando e na sequência perdendo a bola ou passando errado.

Se ve que o meio campo celeste está altamente sobrecarregado quando o Henrique não joga. Ele dá um certo equilíbrio ao meio. Hoje ficou visível a necessidade do time com o jogador. Um dependência perigosa, já que o elenco está escasso.  Elenco esse que no início do ano era apontado como um dos melhores do futebol brasileiro, mas se vendeu muita qualidade e se comprou pouca. Em uma relação como essa em algum momento a verdade vai aparecer.

Outra coisa que não consegui entender foi a entrada de Dudu aos 43 minutos do segundo tempo. Na primeira jogada que participou o gol quase saiu. Precisa dizer mais alguma coisa? O que se vê é que o time do Cruzeiro precisa de algumas renovações em algumas posições. Renovações no próprio elenco como a saída de Thiago Heleno pela entrada de Gil. Porque o Dudu não entrou na virada do primeiro para o segundo tempo?

Tirem suas conclusões.

Um abraço,

 

Sergio Mol



 Escrito por Por Sergio Mol às 21h15 [] [envie esta mensagem] []






ATÉ ONDE VAI A CUMPLICIDADE

Atenção Amigos do Esporte,

Dedico o espaço para falar de alguém muito conhecido no meio do futebol: Zezé Perrella. Presidente do Cruzeiro e figura conhecida por "bons" negócios para o clube. É visto em outros estados como Raposa Velha, um presidente que apesar de vender até a sombra ou a alma é tido como competente.

Entretanto, ao se comparar o que o clube vende com as compras encontramos um vácuo grande entre arrecadação e despesa. Conversando com o torcedor do Cruzeiro temos inúmeras opiniões sobre o presidente. Existem torcedores que até desconfiam de algo, mas apoiam a diretoria (maioria) e os torcedores que se indignam com tal situação.

O discurso de Zezé Perrella na adversidade é manjado. Sempre que se espera uma coletiva as palavras proferidas são as mesmas que em outras ocasiões: "O Cruzeiro é um clube vendedor", "Não atrasamos salário porque vendemos" e várias outras frases de efeito que o torcedor e a imprensa conhecem.

O mais incrível talvez não seja a matemática Perrella e sim a conformidade dos torcedores que ao longo de décadas acumularam títulos. De 2003 até aqui o "título" mais expressivo da Raposa foi o "vice-campeonato" da Libertadores e olha que o time deste ano prometia e muito. Prometia.

O torcedor está passando quem sabe por uma mutação. Torcida conhecida como "chata" e que sempre cobrou excessivamente (as vezes até sem motivo) deixou de lado tal cobrança para pensar como a maioria esmagadora dos brasileiros pensam com relação ao nosso governo: "Não vou mudar nada mesmo, então deixa pra lá". Pensamento perigoso que pode ter consequências desastrosas como por exemplo uma segunda divisão. Vide exemplo do arqui rival que tem uma torcida de "apoio incondicional".

Um abraço,

 

Sergio Mol

 



 Escrito por Por Sergio Mol às 10h57 [] [envie esta mensagem] []






COM PAIXÃO E FÉ CRUZEIRO VENCE

Atenção Amigos do esporte,

Finalmente uma vitória azul celeste no Brasileiro e ainda fora de casa. Um alívio para a nação, já que o Cruzeiro havia começado a jogo na 18ª posição na tabela. Desesperador. Ainda não é o Cruzeiro finalista da Libertadores no quesito garra, vontade, determinação e aplicação. Ainda mostra fraquezas contra times horripilantes como o Coritiba. Não entendo ainda algumas posições escaladas pelo Adílson, mas o torcedor tem que confiar que ele esteja fazendo a coisa certa. Fabinho no banco é contestável.

Após a vitória o time celeste pulou para a 14ª posição dando uma respirada temporária, já que apesar de ter um jogo a menos a diferença de pontos para os times de baixo é pequena. Mesmo assim parece que a reação é eminente e o torcedor pode começar a se despreocupar com a zona maldita.

Boa a entrada de Gilberto que melhorou e muito o toque de bola, além da afirmação de Henrique que vem mandando no meio campo celeste. Apesar de não dar espetáculo e enfrentando uma equipe fraca o Cruzeiro jogou sério e ganhou. Era o que precisava e ainda precisa muito durante o campeonato de resultados como esse.

So teremos uma idéia clara de quem briga por título, Libertadores, Sulamericana ou para não cair depois que os times tiverem o mesmo número de jogos e acredito que na virada do turno.

Um abraço,

 

Sergio Mol



 Escrito por Por Sergio Mol às 21h51 [] [envie esta mensagem] []






SE COM 11 TÁ DIFÍCIL IMAGINE COM 9 - PARTE II

Atenção Amigos do Esporte,

A história se repete. Como se já não estivesse ruim perder um jogador por partida o Cruzeiro agora vem perdendo dois. Nos dois últimos jogos o time celeste teve duas expulsões em cada um. Um absurdo, mas continuo batendo na tecla de que a falta completa de critério da arbitragem ainda sim existe. Resultado: 0 x 2.

O Cruzeiro é claro não pode somente culpar o apito, mas também a completa falta de competência de seus jogadores e técnico que não consegue mais extrair do time o que poderia dar. Talvez o ciclo dele já tenha acabado. Fica a pergunta: quem substituiria ele? A falta de opção ajuda a sustentá-lo no cargo.

Bom mesmo no jogo foram Henrique e o zagueiro Gil que mostrou ter muito potencial. Um alento ao torcedor que vem sofrendo com a zaga. Faltam laterais no elenco celeste e ainda assim a diretoria vende Gerson Magrão, que apesar da birra da torcida e de não ser um craque tinha muita raça e vontade. Além de que não existiam tantas opções no plantel.

Um abraço,

 

Sergio Mol

 

 

 

 

 



 Escrito por Por Sergio Mol às 21h55 [] [envie esta mensagem] []






SE COM 11 TÁ DIFÍCIL IMAGINE COM 9

Atenção Amigos do Esporte,

Começo este espaço com a frase usada pela Globo.com na oportunidade da vitória do Atlético-MG no clássico contra o Cruzeiro: "Se nem assim eles ganhassem". E foi a conclusão do jogo entre Grêmio e Cruzeiro. Aliás o time mineiro tem sido especialista em terminar em desvantagem de jogadores. Ora um, ora outro. Um revezamento impressionante. É verdade que muitas, mas muitas expulsões contra a Raposa foram absolutamente injustas. 

Apesar de achar que a suspensão de Thiago Ribeiro foi um grande reforço para time celeste, sua expulsão foi injusta. O que é mais injusto não chega a ser as expulsões em si, mas os critérios ou a falta de critérios dos apitadores de plantão. É lamentável um campeonato do tamanho do Brasileiro ter um quadro de arbitragem medíocre.

Por enquanto tudo normal, o Palmeiras ganhou (Como o Muricy é largo), o Galo lotou (Ingresso a R$2,00) e o Flamengo empatou (Em casa).

Um abraço,

 

Sergio Mol



 Escrito por Por Sergio Mol às 22h55 [] [envie esta mensagem] []






MELANCOLIA NO ÚLTIMO TANGO

Atenção Amigos do Esporte,

Durou pouco. Sabia-se que não duraria muito, mas porque foi tão rápido? Esperando a volta triunfante de um ícone e de repente ele pára. O sentimento do torcedor é para que continue. Em sua recuperação podíamos ouvir o torcedor dizer "temos o Sorín, quando voltar ficaremos bem". Não ficaram. Infelizmente Juan Pablo Sorín parou de jogar. Parou de encantar. Com isto a torcida pára de vibrar e de se encantar com este que ficará com seu nome gravado nas páginas heróicas e imortais do clube. Sinônimo de raça e vontade foi abençoado com dons divinos.  Além do dom que o fez ser conhecido por todo o mundo, ele ainda nos mostrou um dom tão esquecido nos dias de hoje: o dom da gratidão.

Obrigado Guerreiro.

Como não poderia ser diferente o torcedor sentiu já antes mesmo da partida a falta de Sorín. Gritaram seu nome como forma singela de agradecer o jogador. Já no campo parecia que estava escrito: jogo difícil, amarrado que pedia dos jogadores muita raça e determinação. Bem no estilo Sorín de ser, com muita garra Kléber marcou, foi à linha de fundo e dedicou o gol ao ilustre companheiro mostrando que não só a torcida sentiu a despedida, mas também os jogadores.

E ainda pergunto: até quando o Cruzeiro será GARFADO dentro de sua própria casa? Lamentável! Já que o assunto agora é desagradável queria saber até que dia o Adílson manterá o Thiago Ribeiro como titular e ainda como atacante. Pode correr, pode lutar, mas atacante tem é que saber finalizar.

Um abraço,

 

Sergio Mol



 Escrito por Por Sergio Mol às 21h28 [] [envie esta mensagem] []




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